A verdade é que os casais, ao contrário do que grande parte da população imagina, têm mais liberdade nos programas da noite (e do dia também), sob certos aspectos. Tudo bem que as pegações e algumas outras loucuras somem. Mas some junto aquela obrigação que ronda os solteiros de que é obrigatório sair numa sexta para "se divertir muuuuuuito". E aí entra em cena uma agradável sensação de bora-fazer-o-que-a-gente-estiver-a-fim-mesmo. Não há nada mais irritante do que a obrigação eterna de "se divertir muuuuito".
Assim, essa coluna prima pela liberdade total. Como cenário, vale qualquer programa: de experiências estranhas na noite, passando por programas básicos durante o dia e chegando ao DVD que a gente resolveu assistir porque nenhum dos dois queria entrar no banho primeiro. Já como assunto... Bem, tendo o cenário definido, posso passar um texto inteiro falando sobre como somos maus e sacaneamos pessoas que cultivam o hábito de soltar gritinhos na pista de dança por causa de uma música que gostam. Ou posso ainda descrever detalhe por detalhe da casa de swing que o André acredita que um dia a gente vai visitar. Ele ainda acha que é capaz de me convencer...
Josy
Nosso objetivo é simplesmente relatar a convivência de um casal em situações que qualquer um pode viver. Pelo menos esse vai ser o objetivo do meu lado da coluna. Já no lado de lá, o da Josy, eu não tenho poder algum e ela pode ter um objetivo completamente diferente (mas é lógico que a gente conversou bastante antes de fazer isso aqui e acredito estarmos em consonância).
Na primeira vez que falei em escrever a coluna com a Josy, aliás, dois pensamentos contraditórios no interesse rondaram minha imaginação. André, esta pode ser a oportunidade que você sempre sonhou em levar sua namorada para uma casa de swing, sussurrou o diabinho com seu tridente. Pela inspiração para um bom e diferente texto, ela toparia. Só que, André, você tem que pensar que esta coluna é uma forma de estreitar os laços entre vocês e impedir que o relacionamento chegue ao fim, rebateu o anjinho com sua harpa. Pela satisfação por um bom e diferente texto, ela continuaria.
Levei os dois conselhos em consideração e aqui estamos. Afinal, a primeira coisa que aprendi como casal é que não se pode ser nem canalha nem cândido o tempo todo.
André
Olha, eu não te conheço (ainda), mas você parece uma menina linda. Eu acharia melhor você procurar um cara que combinasse mais com você, que pelo menos fosse bonito.
Adorei a coluna !
bj.
Josy, você parece ser moça boa demais para um canalha de tendência à obesidade que é o André. Ouça o conselho do Luis...
André, antes de vc levar a Josy numa casa de suingue me avisa. Quero ir também.
Adorei a iniciativa de vcs. Os 2 txts estão ótimos! Vou adorar ler essa coluna.
Bjs
Casa de swing ???
Genial....hehehe.
beijos.